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Vinho Tinto Argentino Finca Las Moras Dada N° 391 Art Cabernet 750 ML

Marca: MARCA DO PRODUTO

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Descrição Geral

OPORTUNIDADE INCRÍVEL SAFRA, QUALIDADE E BOM GOSTO!!!! LEGÍTIMO | PROCEDÊNCIA GARANTIDA

 

VINHO TINTO DADÁ FINCA LAS MORAS #391 ART CABERNET SAUVIGNON 750ML - 12,0% Vol. Alc.

 

O Dadá Nº 391 Art Cabernet Sauvignon é um vinho argentino elaborado pela vinícola Finca Las Moras, na região de San Juan. Inspirada no movimento artístico Dadaísmo, a linha Dadá busca criar vinhos modernos, irreverentes e fáceis de apreciar. O vinho é produzido com 100% Cabernet Sauvignon e passa por breve amadurecimento em carvalho francês de tosta média a forte, conferindo maior complexidade aromática.

 

-“Apresenta coloração rubi intensa e aromas de frutas negras maduras, pimenta-preta, canela, noz-moscada e delicadas notas de coco provenientes do carvalho. Em boca possui corpo médio, taninos macios e maduros, boa estrutura e final agradável com toque especiado. É um Cabernet moderno, equilibrado e muito versátil à mesa, ideal para acompanhar carnes grelhadas, hambúrgueres gourmet, embutidos, massas ao molho vermelho e queijos semiduros.” Sommelier Kayton.

 

Uvas | Cabernet Sauvignon.

Safra | 2025

Amadurecimento | Breve passagem por carvalho francês de tostado médio forte

Visual | Rubi intenso.

Olfativo | Frutas negras, pimenta preta, canela e coco.

Gustativo | Corpo médio com taninos suaves e maduros.

Harmonização | Opte por pratos de média estrutura, carnes vermelhas magras assadas ou grelhadas, carnes brancas mais intensas, molhos à base de tomate, queijos ou especiarias. Dicas: fondue de carne, presunto cru, polenta com ragu de linguiça, tábua de embutidos e queijos maduros.

 

Temperatura adequada | 14 a 16 ºC

Tipo | Tinto

Classificação brasileira | Meio Seco

Teor Alcoólico | 12,0%

País / Região | Argentina – Mendoza - San Juan

Vinícola | Finca Las Moras.

 

Curiosidades                

 

Importante: As regras para Vinhos Secos e Meio Secos no Brasil são diferentes das adotadas em boa parte do mundo | Um dos pontos que mais gera confusão entre consumidores e profissionais é que a classificação do teor de açúcar residual do vinho no Brasil não é igual à utilizada pela União Europeia e por diversos outros países produtores. Isso significa que um vinho considerado "Seco" na Europa pode ser comercializado no Brasil como "Meio Seco", mesmo sem que sua composição tenha sido alterada.

Como funciona essa diferença? | A classificação dos vinhos leva em consideração a quantidade de açúcar residual (açúcar natural da uva que permanece após a fermentação), expressa em gramas por litro (g/L).

 

Classificação:        

Seco:  Brasil até 4 g/L (podendo chegar a 9 g/L quando a acidez justificar); para União Europeia (OIV/UE)* até 4 g/L (ou até 9 g/L, desde que a diferença entre açúcar e acidez não ultrapasse 2 g/L).

Meio Seco: Brasil acima de 4 g/L até 25 g/L; para União Europeia (OIV/UE)* acima de 4 (ou 9) até 12 g/L (ou até 18 g/L, dependendo da acidez).

Suave / Doce: Brasil acima de 25 g/L; para União Europeia (OIV/UE)* acima de 45 g/L (vinhos doces); entre 12/18 e 45 g/L existem classificações intermediárias como semi-dry ou off-dry.

*Na Europa a legislação considera também a relação entre açúcar residual e acidez total, tornando a classificação mais flexível.

 

Na prática | Imagine um vinho produzido em Portugal, Espanha, França ou Itália com 7 g/L de açúcar residual e boa acidez. Na Europa, ele poderá continuar sendo comercializado como vinho seco, pois a elevada acidez equilibra essa pequena quantidade de açúcar. No Brasil, esse mesmo vinho frequentemente será enquadrado como Meio Seco, já que ultrapassa o limite básico de 4 g/L previsto pela legislação nacional.

Isso significa que o vinho será doce? Não. | O consumidor costuma associar "meio seco" a um vinho adocicado, mas isso nem sempre é verdade. Um vinho com 6 ou 7 g/L de açúcar residual, aliado a uma boa acidez, pode transmitir sensação completamente seca no paladar. Nos vinhos modernos, a acidez, o álcool, os taninos e a temperatura de serviço influenciam muito mais a percepção de doçura do que apenas o número de gramas de açúcar residual.

Por que essa informação é importante? | Ao comprar vinhos importados no Brasil, é comum encontrar no contrarrótulo a indicação "Meio Seco", enquanto o produtor europeu o descreve como Dry ou Sec. Isso não representa uma mudança no vinho, mas sim uma adaptação às normas brasileiras de rotulagem.

 

-“Ao avaliar um vinho, o consumidor não deve se prender apenas à classificação "Seco" ou "Meio Seco". O mais importante é compreender o equilíbrio entre açúcar residual e acidez, pois é esse conjunto que determina a sensação gustativa. Por isso, muitos vinhos classificados como Meio Seco no Brasil apresentam perfil totalmente seco e gastronômico, exatamente como são percebidos em seus países de origem.” Kayton Sommelier

Sobre as Barricas: A proposta era fazer vinhos que tivessem aromas e sabores claros e determinados. Ao invés de fazer alarde sobre as uvas e sobre o tempo de barrica, a bodega escolheu 3 caminhos: Baunilha, Mocca e Especiarias. Cada rótulo possui um número que indica o estilo do vinho. Antes de mais nada, é bom esclarecer que não é adicionado nada aos vinhos para que eles possuam tal caráter, somente o conhecimento do enólogo em extrair esses aromas do próprio processo de vinificação e envelhecimento. Desafiando o tradicional, utilizamos barricas de carvalho com intensidades diferentes de tosta para acentuar notas únicas em cada uma das variedades. Ser irreverente, atrevido, transformar o comum em extraordinário.

 

A linha propõe uma experiência sensorial, inspirada no conceito artístico do dadaísmo, desafiando costumes com sabores intensos e, muitas vezes, adocicados. O dadaísmo foi um movimento vanguardista surgido no início do século 20, ainda durante a Primeira Guerra, como um manifesto de negação e contestação dos valores culturais da época, e em defesa da arte espontânea, com ausência de significado.

Mas você deve estar se perguntando: o que o dadaísmo tem a ver com o universo dos vinhos? Calma que a gente explica!

O Dadaísmo, ou Dadá, foi um movimento artístico de vanguarda europeia do início do século XX que surgiu na Suíça como uma reação niilista e irônica aos horrores da Primeira Guerra Mundial. Conhecido como "antiarte", o movimento rejeitava a lógica, a razão, a sociedade burguesa e os padrões estéticos tradicionais, exaltando o absurdo, o caos, a colagem e o acaso. O movimento foi fundado por artistas e intelectuais refugiados da guerra, como Hugo Ball, Tristan Tzara e Hans Arp, no Cabaret Voltaire em Zurique, 1916. O Dadaísmo funcionou como uma crítica cultural radical que influenciou movimentos posteriores como o Surrealismo e a arte conceitual, além de ser precursor da pop art e do punk.

Desenvolvida pela vinícola argentina Finca Las Moras, a linha Dadá acaba de chegar com um verdadeiro convite a desafiar os costumes estabelecidos, reunindo rótulos que exaltam a experiência sensorial que os vinhos proporcionam.

-“ Vinícolas familiares unem tradição e inovação mundo afora.”

Os vinhos da marca Dadá têm uma forte ligação com o conceito artístico e cultural do dadaísmo, e propõem que os apreciadores se arrisquem a provar novos aromas e sabores durante a degustação dos rótulos.

Os exemplares da linha trazem características marcantes do terroir argentino da região de San Juan de Cuyo, no norte da renomada região vinícola de Mendoza, mas com um toque único que tornou-se a assinatura da linha Dadá.

Nos rótulos, o nome Dadá de Finca Las Moras divide espaço com os números que identificam cada vinho: o Dadá Nº 1 Art Wine, por exemplo, é um blend entre Malbec e Bonarda e chama a atenção pelos aromas de baunilha.

Os vinhos Dadá são definidos pelos especialistas da Finca Las Moras como “vinhos em total harmonia com a terra”, uma vez que respeitam as práticas sustentáveis, e promovem a harmonia entre o meio ambiente e as pessoas.

 

Obs.: A imagem do produto é ilustrativa e pode sofrer variações.

         A safra pode variar conforme disponibilidade em estoque.

         Produto destinado a maiores de 18 anos.

Características
  • País: Argentina
  • Uva: Cabernet Sauvignon
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