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Vinho Tinto Chileno Metropolitano D.O. Valle Central Red Blend 750 ML

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Descrição Geral

OPORTUNIDADE INCRÍVEL SAFRA, QUALIDADE E BOM GOSTO!!!! LEGÍTIMO | PROCEDÊNCIA GARANTIDA

 

VINHO TINTO CHILENO METROPOLITANO D.O. VALLE CENTRAL RED BLEND 750 ML

13,5% Vol. Alc.

 

-“O Metropolitano D.O. Valle Central Red Blend é elaborado no Vale do Rapel, importante sub-região do Vale Central chileno, reconhecida pelas condições ideais para o cultivo de variedades tintas de alta qualidade. Produzido a partir das uvas Cabernet Sauvignon e Carménère provenientes de vinhedos com cerca de 20 anos, o vinho expressa o potencial de um terroir marcado por clima quente, invernos amenos e influência das brisas do Oceano Pacífico, fatores que proporcionam excelente maturação fenólica e preservação da acidez natural. Após a fermentação, realiza-se a assemblage das variedades, seguida por um estágio de três meses em barricas de carvalho francês, processo que promove maior integração dos taninos e acrescenta discretas notas de especiarias, baunilha e madeira. O resultado é um tinto de boa estrutura, equilibrado e versátil, com perfil gastronômico que acompanha carnes grelhadas, cortes assados, embutidos, queijos semiduros e diversas preparações da culinária contemporânea. A qualidade do rótulo foi reconhecida internacionalmente com a Medalha de Prata no International Wine & Spirits Awards (IWSA) de 2024, reforçando seu excelente custo-benefício e sua consistência enológica.Sommelier Kayton.

 

Uva | Cabernet Sauvignon (52%), Carménère (48%)

País – Região | Chile - Valle Central

Vinícola | Grupo Wine

Safra | 2024

Amadurecimento | 3 meses em carvalho francês

Teor Alcoólico | 13.50% ABV

Potencial de guarda | 4 anos

Temperatura adequada | 10 a 16 ºC

Tipo | Tinto

Vedação: Rolha.

Classificação brasileira | Seco

 

Olfativo | No nariz, combinação de fruta e madeira, revelando aromas intensos de frutas pretas como amora e cassis. Estes são complementados por notas de frutas em compota e toques sutis de chocolate, além de nuances mentoladas que contribuem para a complexidade e elegância

Visual | Vermelho intenso com reflexos violáceos

Gustativo | Na boca, apresenta-se sedoso e envolvente, com taninos macios. A acidez média equilibra perfeitamente o conjunto, proporcionando frescor e vivacidade. Destaca-se pelo equilíbrio e corpo médio, onde a fruta e a madeira se fundem de maneira equilibrada e elegante

Harmonização | Opte por pratos de média estrutura, carnes vermelhas assadas, cozidas ou grelhadas, carnes brancas intensas, molhos à base de tomate, queijos ou especiarias. Dicas: filé mignon ao molho de cogumelos, mix de cogumelos na manteiga, risoto de funghi.

 

Curiosidades      

 

A linha Metropolitano D.O. Valle Central foi desenvolvida pelo Grupo Wine com o objetivo de oferecer vinhos modernos, acessíveis e representativos do potencial vitivinícola chileno. A seleção dos rótulos é conduzida pelos Winehunters da empresa, que trabalham em parceria com vinícolas locais para identificar terroirs capazes de expressar autenticidade, qualidade e excelente relação entre preço e desempenho. A proposta da linha é reunir castas emblemáticas do Chile em vinhos fáceis de apreciar, preservando as características varietais e a identidade da região de origem.

A produção está concentrada no Vale Central, a principal e mais extensa região vitivinícola do Chile, responsável por grande parte dos vinhos exportados pelo país. Estendendo-se entre as cidades de Santiago e Curicó, a região engloba importantes sub-regiões, como Maipo, Rapel, Curicó e Maule, cada uma com características próprias, mas compartilhando condições naturais extremamente favoráveis ao cultivo da videira.

A história da viticultura no Vale Central teve início em meados do século XIX, quando famílias chilenas trouxeram mudas de variedades francesas, especialmente Cabernet Sauvignon, Merlot, Carménère e Sauvignon Blanc. Após a redescoberta da Carménère na década de 1990 — variedade considerada extinta na Europa após a crise da filoxera — o Chile consolidou sua reputação internacional, tornando-se a principal referência mundial para essa uva.

O clima predominante é do tipo mediterrâneo, caracterizado por verões quentes, secos e ensolarados, além de invernos amenos e chuvosos. A proximidade da Cordilheira dos Andes e do Oceano Pacífico proporciona grande amplitude térmica entre os dias e as noites, favorecendo a lenta maturação das uvas, preservando sua acidez natural e promovendo excelente desenvolvimento aromático e fenólico.

Os solos apresentam grande diversidade, predominando formações aluviais e coluviais compostas por cascalho, areia, argila e depósitos minerais provenientes da Cordilheira dos Andes. Esses solos possuem boa drenagem e baixa fertilidade natural, características que limitam o vigor das plantas, concentram os compostos fenólicos e favorecem a produção de uvas de elevada qualidade enológica.

O terroir do Vale Central resulta da combinação entre clima mediterrâneo, solos bem drenados, baixa pressão de doenças e disponibilidade de água proveniente do degelo andino, utilizada por modernos sistemas de irrigação. Esses fatores permitem elevado controle do ciclo vegetativo da videira, produzindo vinhos equilibrados, com boa concentração de frutas, taninos maduros e excelente potencial gastronômico.

 

A elaboração dos vinhos da linha Metropolitano segue práticas modernas de vinificação, com rigoroso controle de temperatura durante a fermentação para preservar aromas e frescor. Nos vinhos tintos, é comum a realização de estágio em barricas de carvalho francês por curto período, buscando maior integração dos taninos e complexidade aromática sem mascarar a expressão da fruta. O resultado são vinhos de perfil contemporâneo, equilibrados e versáteis, que refletem a identidade do Vale Central e representam com fidelidade uma das regiões vinícolas mais importantes da América do Sul.

         

Importante: As regras para Vinhos Secos e Meio Secos no Brasil são diferentes das adotadas em boa parte do mundo | Um dos pontos que mais gera confusão entre consumidores e profissionais é que a classificação do teor de açúcar residual do vinho no Brasil não é igual à utilizada pela União Europeia e por diversos outros países produtores. Isso significa que um vinho considerado "Seco" na Europa pode ser comercializado no Brasil como "Meio Seco", mesmo sem que sua composição tenha sido alterada.

Como funciona essa diferença? | A classificação dos vinhos leva em consideração a quantidade de açúcar residual (açúcar natural da uva que permanece após a fermentação), expressa em gramas por litro (g/L).

 

Classificação:        

Seco:  Brasil até 4 g/L (podendo chegar a 9 g/L quando a acidez justificar); para União Europeia (OIV/UE)* até 4 g/L (ou até 9 g/L, desde que a diferença entre açúcar e acidez não ultrapasse 2 g/L).

Meio Seco: Brasil acima de 4 g/L até 25 g/L; para União Europeia (OIV/UE)* acima de 4 (ou 9) até 12 g/L (ou até 18 g/L, dependendo da acidez).

Suave / Doce: Brasil acima de 25 g/L; para União Europeia (OIV/UE)* acima de 45 g/L (vinhos doces); entre 12/18 e 45 g/L existem classificações intermediárias como semi-dry ou off-dry.

*Na Europa a legislação considera também a relação entre açúcar residual e acidez total, tornando a classificação mais flexível.

 

Na prática | Imagine um vinho produzido em Portugal, Espanha, França ou Itália com 7 g/L de açúcar residual e boa acidez. Na Europa, ele poderá continuar sendo comercializado como vinho seco, pois a elevada acidez equilibra essa pequena quantidade de açúcar. No Brasil, esse mesmo vinho frequentemente será enquadrado como Meio Seco, já que ultrapassa o limite básico de 4 g/L previsto pela legislação nacional.

Isso significa que o vinho será doce? Não. | O consumidor costuma associar "meio seco" a um vinho adocicado, mas isso nem sempre é verdade. Um vinho com 6 ou 7 g/L de açúcar residual, aliado a uma boa acidez, pode transmitir sensação completamente seca no paladar. Nos vinhos modernos, a acidez, o álcool, os taninos e a temperatura de serviço influenciam muito mais a percepção de doçura do que apenas o número de gramas de açúcar residual.

Por que essa informação é importante? | Ao comprar vinhos importados no Brasil, é comum encontrar no contrarrótulo a indicação "Meio Seco", enquanto o produtor europeu o descreve como Dry ou Sec. Isso não representa uma mudança no vinho, mas sim uma adaptação às normas brasileiras de rotulagem.

 

-“Ao avaliar um vinho, o consumidor não deve se prender apenas à classificação "Seco" ou "Meio Seco". O mais importante é compreender o equilíbrio entre açúcar residual e acidez, pois é esse conjunto que determina a sensação gustativa. Por isso, muitos vinhos classificados como Meio Seco no Brasil apresentam perfil totalmente seco e gastronômico, exatamente como são percebidos em seus países de origem.” Kayton Sommelier

 

Obs.: A imagem do produto é ilustrativa e pode sofrer variações.

         A safra pode variar conforme disponibilidade em estoque.

         Produto destinado a maiores de 18 anos.

Características
  • País: Chile
  • Uva: Cabernet Sauvignon
  • Uva: Carménère
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