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Vinho Tinto Italiano Tenuta Santantonio Scaia I.G.T. Veneto Corvina 750 ML

Marca: MARCA DO PRODUTO

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Descrição Geral

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VINHO TINTO ITALIANO TENUTA SANT`ANTONIO SCAIA VENETO IGT CORVINA 750ML

13,0% Vol. Alc.

 

-“A Tenuta Sant'Antonio foi fundada em 1989 por quatro irmãos da região do Vêneto, que unem tradição familiar, conhecimento da viticultura e dedicação em cada etapa da produção. Este vinho é elaborado com a uva Corvina, variedade autóctone do Vêneto e uma das principais uvas dos renomados vinhos Amarone. Apresenta aromas de frutas vermelhas maduras, frutas secas, notas florais e especiarias. Em boca é aveludado, com taninos macios, excelente expressão frutada e acidez equilibrada, tornando-se um vinho elegante, vibrante e extremamente gastronômico.Sommelier Kayton.

 

Uva | Corvina

País – Região | Itália - Veneto

Classificação | Meio Seco

Vinícola | Tenuta Sant'Antonio

Safra | 2021

Amadurecimento | Em tanque de aço inox

Potencial de guarda | 6 anos

Olfativo | Frutas vermelhas maduras como cereja e framboesa, frutas secas, floral, especiarias

Visual | Rubi médio-claro

Gustativo | Corpo leve para médio, frutado, aveludado, taninos macios, acidez média para alta, agradável frescor, final longo

Harmonização | Opte por pratos de média estrutura, carnes vermelhas assadas ou cozidas, carnes brancas intensas, molhos à base de tomate, queijos ou especiarias. Dicas: lombo suíno assado, talharim à bolonhesa, risoto de tomate seco.

Temperatura adequada | 10 a 16 ºC

Tipo | Tinto

Vedação: Tampa de Vidro por pressão.

Classificação brasileira | Meio Seco

Teor Alcoólico | 13,0%

País / Região | Vêneto IGT – Italia

Vinícola | Tenuta Sant'Antonio.

 

Curiosidades      

Uva Corvina

A Corvina é uma das mais tradicionais uvas tintas da região do Vêneto, no nordeste da Itália, sendo considerada a principal variedade dos famosos vinhos Valpolicella, Ripasso, Amarone della Valpolicella e Recioto della Valpolicella. De origem italiana, destaca-se pela excelente capacidade de manter a acidez mesmo em plena maturação, além de possuir casca relativamente espessa, característica ideal para o tradicional processo de appassimento (desidratação das uvas).

Os vinhos elaborados com Corvina costumam apresentar aromas de cereja, ameixa, framboesa, violeta, ervas aromáticas e especiarias, podendo desenvolver notas de chocolate, tabaco e frutas secas quando amadurecidos ou produzidos pelo método de secagem das uvas. Em boca, oferecem taninos macios, corpo médio, boa acidez e grande elegância, resultando em vinhos equilibrados e com excelente potencial gastronômico.

A Corvina raramente é vinificada sozinha, sendo normalmente utilizada em blends com Corvinone, Rondinella e, em menor proporção, Molinara, formando alguns dos vinhos mais prestigiados da Itália. Sua combinação de frescor, delicadeza aromática e capacidade de envelhecimento faz dela uma das variedades mais importantes da viticultura italiana.

 

Produtor: Tenuta Sant'Antonio

A Tenuta Sant'Antonio é uma das vinícolas mais respeitadas da região do Vêneto, no nordeste da Itália. Fundada em 1989, nasceu do sonho dos quatro irmãos Castagnedi – Armando, Tiziano, Paolo e Massimo –, descendentes de uma tradicional família de viticultores. Após anos fornecendo uvas para outras vinícolas, decidiram produzir seus próprios vinhos, unindo técnicas modernas à tradição centenária da região. Hoje, a Tenuta Sant'Antonio é reconhecida internacionalmente pela excelência de seus Valpolicellas, Amarones, Soaves e Ripassos, exportando seus rótulos para diversos países.

História | Os irmãos Castagnedi cresceram trabalhando nos vinhedos da família, adquirindo profundo conhecimento sobre o cultivo das videiras e o comportamento das diferentes parcelas de terra. A criação da Tenuta Sant'Antonio marcou o início de um projeto voltado à produção de vinhos de alta qualidade, com foco na valorização das variedades autóctones e do terroir do Vêneto. O respeito pela natureza, aliado ao investimento em tecnologia e práticas sustentáveis, tornou a vinícola uma referência na região.

Cultura | A filosofia da Tenuta Sant'Antonio baseia-se no equilíbrio entre tradição e inovação. A família preserva práticas históricas, como o uso do appassimento (secagem parcial das uvas) na produção de Amarone e Recioto, ao mesmo tempo em que emprega equipamentos modernos para garantir precisão e qualidade. O cuidado manual na condução dos vinhedos e a busca por baixos rendimentos refletem a cultura italiana de produzir vinhos elegantes, longevos e fiéis à identidade local.

Região | A vinícola está localizada entre as áreas de Valpolicella, Soave e o vale de Illasi, na província de Verona, região do Vêneto. Trata-se de uma das zonas vitivinícolas mais importantes da Itália, famosa pela produção de vinhos tintos e brancos de grande prestígio. A proximidade com o Lago de Garda e os contrafortes dos Montes Lessini exerce forte influência sobre o clima e favorece o cultivo de uvas de alta qualidade.

Clima | O clima é temperado continental, com influência mediterrânea proporcionada pelo Lago de Garda. Os verões são quentes e ensolarados, favorecendo a maturação das uvas, enquanto as noites mais frescas preservam a acidez e a intensidade aromática. Os invernos são frios, e a boa ventilação reduz a umidade, contribuindo para a sanidade dos vinhedos.

Solo | Os vinhedos da Tenuta Sant'Antonio estão plantados em solos predominantemente calcários, ricos em pedras, argila e sedimentos de origem vulcânica. Esses solos apresentam excelente drenagem, limitam naturalmente o vigor das videiras e favorecem a concentração de aromas, sabores e estrutura nos vinhos.

Terroir | O terroir da Tenuta Sant'Antonio resulta da combinação entre altitude, relevo montanhoso, solos calcários e vulcânicos, clima equilibrado e grande amplitude térmica entre o dia e a noite. Essas condições proporcionam maturação lenta e completa das uvas, preservando frescor, complexidade aromática e elegância. É esse conjunto de fatores que permite à vinícola produzir vinhos com excelente equilíbrio, grande potencial de envelhecimento e forte identidade regional, expressando com autenticidade o caráter do Vêneto.

         

Importante: As regras para Vinhos Secos e Meio Secos no Brasil são diferentes das adotadas em boa parte do mundo | Um dos pontos que mais gera confusão entre consumidores e profissionais é que a classificação do teor de açúcar residual do vinho no Brasil não é igual à utilizada pela União Europeia e por diversos outros países produtores. Isso significa que um vinho considerado "Seco" na Europa pode ser comercializado no Brasil como "Meio Seco", mesmo sem que sua composição tenha sido alterada.

Como funciona essa diferença? | A classificação dos vinhos leva em consideração a quantidade de açúcar residual (açúcar natural da uva que permanece após a fermentação), expressa em gramas por litro (g/L).

 

Classificação:        

Seco:  Brasil até 4 g/L (podendo chegar a 9 g/L quando a acidez justificar); para União Europeia (OIV/UE)* até 4 g/L (ou até 9 g/L, desde que a diferença entre açúcar e acidez não ultrapasse 2 g/L).

Meio Seco: Brasil acima de 4 g/L até 25 g/L; para União Europeia (OIV/UE)* acima de 4 (ou 9) até 12 g/L (ou até 18 g/L, dependendo da acidez).

Suave / Doce: Brasil acima de 25 g/L; para União Europeia (OIV/UE)* acima de 45 g/L (vinhos doces); entre 12/18 e 45 g/L existem classificações intermediárias como semi-dry ou off-dry.

*Na Europa a legislação considera também a relação entre açúcar residual e acidez total, tornando a classificação mais flexível.

 

Na prática | Imagine um vinho produzido em Portugal, Espanha, França ou Itália com 7 g/L de açúcar residual e boa acidez. Na Europa, ele poderá continuar sendo comercializado como vinho seco, pois a elevada acidez equilibra essa pequena quantidade de açúcar. No Brasil, esse mesmo vinho frequentemente será enquadrado como Meio Seco, já que ultrapassa o limite básico de 4 g/L previsto pela legislação nacional.

Isso significa que o vinho será doce? Não. | O consumidor costuma associar "meio seco" a um vinho adocicado, mas isso nem sempre é verdade. Um vinho com 6 ou 7 g/L de açúcar residual, aliado a uma boa acidez, pode transmitir sensação completamente seca no paladar. Nos vinhos modernos, a acidez, o álcool, os taninos e a temperatura de serviço influenciam muito mais a percepção de doçura do que apenas o número de gramas de açúcar residual.

Por que essa informação é importante? | Ao comprar vinhos importados no Brasil, é comum encontrar no contrarrótulo a indicação "Meio Seco", enquanto o produtor europeu o descreve como Dry ou Sec. Isso não representa uma mudança no vinho, mas sim uma adaptação às normas brasileiras de rotulagem.

 

-“Ao avaliar um vinho, o consumidor não deve se prender apenas à classificação "Seco" ou "Meio Seco". O mais importante é compreender o equilíbrio entre açúcar residual e acidez, pois é esse conjunto que determina a sensação gustativa. Por isso, muitos vinhos classificados como Meio Seco no Brasil apresentam perfil totalmente seco e gastronômico, exatamente como são percebidos em seus países de origem.” Kayton Sommelier

 

 

Obs.: A imagem do produto é ilustrativa e pode sofrer variações.

         A safra pode variar conforme disponibilidade em estoque.

         Produto destinado a maiores de 18 anos.

Características
  • País: Itália
  • Uva: CORVINA
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